Conheça um Pouco Sobre Minha Carreira

Formado pela faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Completou sua formação no Rio de Janeiro.
Fez 2 anos de Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital de Ipanema RJ, e posteriormente 3 anos de Cirurgia Plástica no Hospital Barata Ribeiro e a parte teórica na Clínica Ivo Pitanguy.
Atualmente é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), da Associação de Ex-alunos do Prof. Ivo Pitanguy (AExPI) e do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.


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O Que Nossos Pacientes Tem a Dizer

DEPOIMENTOS DE PACIENTES SOBRE NOSSA CLÍNICA


Perguntas Frequentes

01) QUANTOS QUILOS VOU EMAGRECER COM A PLASTICA ABDOMINAL?
R: Sendo uma cirurgia que retira determinada quantidade de pele e gordura, evidentemente haverá uma redução no peso corporal, que varia de acordo com o volume do abdome de cada paciente. Não são, entretanto, os “quilos” retirados que definirão o resultado estético, mas sim as proporções que o abdome mantenha com o restante do tronco e os membros. A maioria das mulheres apresenta certa “flacidez” do abdome após um ou vários partos, com predominância de pele sobre a quantidade de gordura localizada na região. Estes casos nos permitem melhores resultados. Se o paciente está com o peso acima do normal, o resultado também será compensatório e proporcional ao restante do corpo; entretanto, vale a pena lembrar que “excesso de gordura” em outras regiões vizinhas do abdome ainda existirá, o que nos leva a aconselhar àquelas que assim se apresentem a prosseguir com um tratamento complementar, seja por lipoaspiração ou mesmo clínico/fisioterápico, para equilibrar as diversas partes entre si. A diastase da musculatura abdominal (aquele abaulamento na região central do abdome) é tratada simultaneamente à cirurgia da dermolipectomia abdominal.


02) COMO FICARÃO AS CICATRIZES ?
R: A cicatriz resultante de uma dermolipectomia localiza-se horizontalmente logo acima da implantação dos pelos pubianos, prolongando-se lateralmente em maior ou menor extensão, dependendo do volume do abdome a ser corrigido. Esta cicatriz é planejada para ficar disfarçada sob as roupas íntimas, e passará por vários períodos de evolução, como se segue: A – PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia e apresenta-se com aspecto pouco visível. Alguns casos apresentam discreta reação aos pontos ou ao curativo. B – PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 12º mês. Neste período haverá espessamento natural da cicatriz, bem como mudança de sua cor. Este período é o menos favorável da evolução cicatricial; como não podemos apressar o processo natural da cicatrização, recomendamos às pacientes que aguardem, pois o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais. C – PERÍODO TARDIO: Vai do 12º ao 18º mês. Neste período, a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia do abdome deverá ser feita após este período. Raros casos ultrapassam este período para atingir a maturação definitiva da cicatriz. Certas pacientes podem apresentar tendência à cicatrização inestética (cicatriz hipertrófica e quelóide). Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos este tipo de cicatriz. Não se deve confundir, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução cicatricial deverá ser esclarecida durante seus retornos pós-operatórios, quando teremos a oportunidade de fazer a avaliação do estado em que se encontra a cicatriz. Ocasionalmente poderá ocorrer acúmulo de líquidos na área operada que podem necessitar punção ou até drenagem, em função da liquefação da gordura ou coleção sero-sanguinolenta.


03) EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFICAS?
R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Se estiver ocorrendo uma evolução inadequada da cicatriz podemos atuar de diversas maneiras , dependendo da fase em que a cicatriza se encontra, para atingir o melhor resultado possível.


04) EM QUANTO TEMPO ATINGIREI O RESULTADO DEFINITIVO?
R: Na resposta anterior foram feitas algumas ponderações sobre a evolução da cicatriz. Entretanto, resta ainda acrescentar algumas observações sobre o novo abdome, no que tange à sua consistência, sensibilidade, volume, etc. Nos primeiros meses, o abdome apresenta uma insensibilidade relativa, além de estar sujeito a períodos de “inchaço”, que deverão regredir espontaneamente. Nesta fase, o abdome poderá ficar com aspecto de “esticado” ou “plano”. Com o decorrer dos meses, tendo-se iniciado os exercícios, vai-se gradativamente atingindo o resultado definitivo. Não se deve considerar como definitivo qualquer resultado antes de 12 a 18 meses pós-operatórios.


05) SERÁ FEITO UM NOVO UMBIGO?
R: O seu próprio umbigo será transplantado e, se necessário, remodelado. Deve-se levar em conta que, circundando o umbigo existirá uma cicatriz que sofrerá a mesma evolução da cicatriz inferior. Várias técnicas existem para a reimplantação do umbigo. Todas elas são passíveis de futuras revisões cirúrgicas, caso venha a ser necessário.


06) A CIRURGIA CORRIGE O EXCESSO DE GORDURA SOBRE A REGIÃO DO ESTÔMAGO?
R: Nem sempre. Isto depende do seu tipo de tronco (conjunto tórax + abdome). Se ele for do tipo curto, será corrigido parcialmente. Sendo do tipo longo, o resultado será mais favorável. Também tem grande importância, sob este aspecto, a espessura do panículo adiposo (espessura da gordura) que reveste essa área do corpo. Atualmente existe a possibilidade de associarmos uma lipoaspiração nesta área, se houver indicação, com o objetivo de alcançarmos o melhor resultado.


07) A GRAVIDEZ POSTERIOR A CIRURGIA ALTERA O RESULTADO?
R: O seu ginecologista lhe orientará melhor sobre a conveniência da nova gravidez. Quanto ao resultado, não se pode prever, é aconselhável que tenha a prole já definida antes da plástica abdominal.


08) O PÓS-OPERATÓRIO DA DERMOLIPECTOMIA ABDOMINAL É MUITO DOLOROSO?
R: As dermolipectomias geralmente não apresentam dor intensa e na sua ocorrência poderá ser controlada por analgésicos comuns.


09) HÁ PERIGO NESTA OPERAÇÃO?
R: Todo ato médico inclui um risco variável e a cirurgia plástica como parte da medicina não é exceção. Pode-se minimizar o risco preparando-se convenientemente cada paciente, mas não eliminá-lo completamente. O risco cirúrgico não é muito diferente das demais cirurgias plásticas, quando não existem fatores agravantes e na vigência dos cuidados médicos cirúrgicos usuais.


10) QUE TIPO DE ANESTESIA É UTILIZADA PARA ESTA OPERAÇÃO?
R: Anestesia geral ou peri-dural.


11) QUANTO TEMPO DURA O ATO CIRÚRGICO?
R: Em torno de 3 horas. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.


12) QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO?
R: Geralmente 24h. Algumas vezes são necessários certos cuidados no pós-operatório que são difíceis de serem tomados em casa, por isso a internação pode se estender.


13) SÃO UTILIZADOS CURATIVOS?
R: Sim. Curativos especiais, trocados periodicamente pela equipe médica.


14) QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS?
R: A retirada dos pontos poderá ser iniciada em torno do 8o. dia, podendo ser feita de maneira seletiva, nos dias que se seguem. Raramente a retirada total passa de duas semanas.


15) QUANDO PODEREI TOMAR BANHO COMPLETO?
R: Normalmente o banho completo, desde que assistido por outra pessoa capacitada, poderá ser tomado a partir do 2o. ou 3o. dia, ou após a retirada dos curativos.


16) QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRiA?
R: Você não deve se esquecer que, até que se consiga atingir o resultado almejado, diversas fases são características deste tipo de cirurgia. Assim o resultado final depende além da evolução cicatricial da evolução da forma do abdome, bem como a sensibilidade, consistência, etc. O tempo e o seu organismo se encarregarão de dissipar pequenos transtornos. Toda e qualquer preocupação da sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião que lhe prestará os esclarecimentos complementares necessários. Um curto período de instabilidade emocional poderá ocorrer nas primeiras semanas, devido ao aspecto transitório e geralmente advém da ansiedade de se atingir o resultado final, o quanto antes. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia de abdome pode ser considerado definitivo antes de pelo menos 12 meses.

01) EXISTE UMA IDADE IDEAL PARA SE OPERAR AS PÁLPEBRAS?
R: Não existe uma idade ideal, mas sim, a oportunidade ideal. Essa oportunidade é determinada pela presença do excesso de pele e/ou gordura no local, e geralmente ocorre após a quarta década da vida.


02) AS CICATRIZES SÃO VISÍVEIS? ONDE SE LOCALIZAM?
R: Sendo a pele das pálpebras de espessura muito fina, as cicatrizes tendem a ficar disfarçadas nos sulcos da pele e em alguns casos quase imperceptíveis. Para tanto, deve ser aguardado o período de maturação da cicatriz (além de seis meses). Pela sua localização são passíveis de serem disfarçadas com uma maquiagem leve, desde os primeiros dias. Certas pacientes podem apresentar tendência à cicatrização inestética (cicatriz hipertrófica e quelóide). Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos este tipo de cicatrização. A cicatriz hipertrófica e o quelóide, não devem ser confundidas, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução cicatricial deverá ser esclarecida durante seus retornos pós-operatórios.


03) EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFICAS?
R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Se estiver ocorrendo uma evolução inadequada da cicatriz podemos atuar de diversas maneiras, dependendo da fase em que a cicatriza se encontra, para atingir o melhor resultado possível.


04) QUAL O TIPO DE ANESTESIA?
R: Pela extensão da cirurgia e boa qualidade dos anestésicos, a maioria dos casos é operada sob anestesia local, (com ou sem sedação). Em casos especiais pode ser utilizada anestesia geral.


05) HÁ DOR NO PÓS-OPERATÓRIO?
R: Geralmente não. Todavia, se ocorrer, esta poderá ser combatida com o uso de analgésicos comuns.


06) HÁ RISCO NESTA CIRURGIA?
R: Todo ato médico inclui no seu bojo, um risco variável e a Cirurgia Plástica, como parte da Medicina, não é exceção. Pode-se minimizar o risco, preparando-se convenientemente cada paciente, mas não eliminá-lo completamente.


07) OS OLHOS FICAM MUITO INCHADOS? POR QUANTO TEMPO?
R: Sim, e geralmente nos 3 primeiros dias quando começa a regressão. O edema (inchaço) dos olhos varia de paciente para paciente. Existem aqueles (as) que já no 4º ou 5º dia apresentam-se com um aspecto bastante natural. Outros existem que irão atingir este resultado após o 8º dia ou mesmo após 2 semanas. Mesmo assim, os três primeiros dias do pós-operatório são aqueles em que existe maior “inchaço” das pálpebras. O uso de óculos escuros poderá ser útil nesta fase, assim como a utilização de compressas frias diminui a intensidade do edema. Somente após o 3º mês é que poderemos dizer que o edema residual é discreto.


08) QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO?
R: Anestesia local: de 6 a 12 horas. Anestesia geral: Até 24 horas.


09) QUANTO TEMPO DURA A CIRURGIA?
R: Em torno de 90 a 120 minutos. Dependendo do caso, existem detalhes que podem prolongar este tempo. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.


10) O QUE SÃO AS “MANCHAS ROXAS” OBSERVADAS EM ALGUNS CASOS?
R: Nada mais são do que a infiltração do sangue na pele subjacente (equimoses), e mesmo na conjuntiva ocular; são devidas ao próprio trauma cirúrgico. Tais fatos não devem ser considerados como complicações, mas sim, uma intercorrência transitória e reversível.


11) QUANDO ATINGIREI O RESULTADO DEFINITIVO?
R: Após o 3º mês. Entretanto, logo após 3 semanas já teremos boa parte do resultado almejado, e nas semanas subseqüentes a tendência de melhoria é acentuada.


12) OS OLHOS FICARÃO OCLUÍDOS APÓS A CIRURGIA?
R: Não obrigatoriamente. Podem ser recomendadas a colocação de compressas com solução fisiológica fria por alguns minutos, várias vezes ao dia.

01) A CIRURGIA DA ORELHA EM ABANO DEIXA CICATRIZES?
R: A cicatriz desta cirurgia é pouco visível, por localizar-se atrás da orelha, no sulco formado por esta e o crânio. Além do mais, como se trata de região de pele muito fina, a própria cicatriz tende a ficar imperceptível, mesmo em algumas técnicas que utilizam pequenas incisões na face anterior. Certas pacientes podem apresentar tendência à cicatrização inestética (cicatriz hipertrófica e quelóide). Este fato deverá ser discutido, durante a consulta inicial, bem como suas características familiares. Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos freqüentemente este tipo de cicatriz. 02) EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFICAS?
R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Não se deve confundir, entretanto, o “período mediato” da cicatrização normal como sendo uma complicação cicatricial. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução deverá ser esclarecida com seu médico. Se estiver ocorrendo uma evolução inadequada da cicatriz podemos atuar de diversas maneiras, dependendo da fase em que a cicatriza se encontra, para atingir o melhor resultado possível.


03) QUAL O TIPO DE ANESTESIA?
R: Crianças: geralmente com anestesia geral. Adultos: geralmente anestesia local com ou sem sedação.


04) QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO?
R: Meio período até um dia, dependendo do tipo de anestesia e idade do (a) paciente.


05) QUANTO TEMPO DEMORA O ATO ClRÚRGICO?
R: Geralmente em torno de 90 a 120 minutos. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória. Seu médico poderá lhe informar quanto ao tempo total.


06) HÁ PERIGO NESTA OPERAÇÃO?
R: Todo ato médico inclui no seu bojo, um risco variável e a Cirurgia Plástica, como parte da Medicina, não é exceção. Pode-se minimizar o risco, preparando-se convenientemente cada paciente, mas não eliminá-lo completamente.


07) HÁ DOR NO PÓS-OPERATÓRIO?
R: Certo incômodo poderá ocorrer no pós-operatório. Quando houver esta intercorrência, ela é combatida com analgésicos comuns.


08) COMO É O CURATIVO?
R: Protege-se a orelha (principalmente em crianças), nos primeiros dias, com uma espécie de touca, a fim de evitar traumatismos locais. No 1º mês será necessário o uso das faixas tipo “ballet” ou “Jogador de tênis”, no 2º mês a faixa pode ser usada apenas durante a noite.


09) QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS?
R: Em torno do 8º dia.


10) EM QUANTO TEMPO SE ATINGIRÁ O RESULTADO DEFINITIVO?
R: Assim que se retira o curativo já teremos em torno de 80 % do resultado almejado. Após 12 semanas, o resultado será definitivo.


11) NÃO HÁ O RISCO DE “VOLTAR O ABANO” APÓS A CIRURGIA?
R: O resultado é geralmente definitivo, mas como tudo em medicina não se pode dar garantia de resultado.

01) QUANTOS QUILOS VOU EMAGRECER COM A LIPOESCULTURA?
R: Sendo uma cirurgia que retira determinada quantidade de gordura, evidentemente haverá uma redução no peso, que varia de acordo com o volume corporal de cada paciente. Não são, entretanto, os “quilos” retirados que definirão o resultado estético, mas sim as proporções que cada área determinada mantenha com as demais. A avaliação detalhada de três itens: elasticidade da pele, quantidade de gordura e sua localização, nos permitem otimizar o resultado. Nos casos, em que o(a) paciente está com o peso muito acima do normal, recomendamos um tratamento prévio de emagrecimento para um equilíbrio do peso corporal. Há casos em que se faz necessário que se retire a gordura de certas áreas e se reintegre em outras para aumento de volume. Entretanto, parte dessa gordura deverá ser reabsorvida.


02) LIPOESCULTURA DEIXA CICATRIZ MUITO VISÍVEL?
R: As cicatrizes resultantes de uma lipoescultura ou lipoaspiração são mínimas, localizadas em diversas partes do corpo, de modo a permitir acesso às áreas a serem operadas. Seu tamanho varia entre 0,5 a 1cm e são planejadas para ficar o menos visíveis possíveis. As cicatrizes serão permanentes, e vão se modificando com o decorrer do tempo. Cada paciente comporta-se diferentemente de outro, em relação à evolução das cicatrizes, podendo, mesmo, em alguns casos, tornar-se imperceptível. Certas pacientes podem apresentar tendência à cicatrização inestética (cicatriz hipertófica e quelóide). Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos este tipo de cicatrização. A cicatriz hipertrófica ou quelóide, não devem ser confundidas, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução cicatricial deverá ser esclarecida durante seus retornos pós-operatórios, quando se pode fazer a avaliação da fase em que se encontra.


03) EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFICAS?
R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Se estiver ocorrendo uma evolução inadequada da cicatriz podemos atuar de diversas maneiras , dependendo da fase em que a cicatriza se encontra, para atingir o melhor resultado possível.


04) EM QUANTO TEMPO ATINGIREI O RESULTADO DEFINITIVO?
R: Além da dependência temporal do resultado em relação ao processo cicatricial, este também depende da elasticidade da pele, do volume retirado, da área afetada etc. Nas primeiras semanas ou meses, essas áreas, além de estar sujeitas a períodos de “inchaços”, poderão apresentar alguns pontos mais densos que outros. Esses geralmente são perceptíveis à palpação e tendem com a evolução atingindo gradativamente o resultado almejado. A obtenção do resultado definitivo pode ser auxiliada por técnicas de fisioterapia e nunca se deve considerar como definitivo qualquer resultado, antes de seis a nove meses do pós-operatório.


05) A LIPOASPIRAÇÃO CORRIGE A GORDURA SOBRE A REGIÃO DO ESTÔMAGO?
R: Geralmente sim. Dependendo do seu tipo de tronco (conjunto tórax + abdome), poderemos ter um resultado natural. Também tem grande importância, sob este aspecto, a espessura do panículo adiposo (espessura da gordura) que reveste o corpo, a elasticidade da pele e a maior ou menor flacidez dos músculos reto-abdominais.


06) A GRAVIDEZ FUTURA PREJUDICA O RESULTADO?
R: O resultado poderá ser preservado. Se você voltar ao seu peso anterior e sua pele não apresentar flacidez e estrias decorrentes da gravidez, as formas obtidas poderão estar mantidas. Devemos salientar, entretanto, que tanto o corpo da mulher quanto o do homem, sofrem variações da forma com o decorrer do tempo, devido à distribuição da gordura nas diversas áreas corporais, principalmente no abdome, nádegas e coxas. Assim é que com o passar dos anos, a disposição da gordura no corpo muda, embora a quantidade de gordura retirada seja definitiva.


07) O PÓS-OPERATÓRIO DA LIPOASPIRAÇÃO É MUITO DOLOROSO?
R: Geralmente não. Uma lipoaspiração ou lipoescultura não costumam apresentar dor. Eventuais incômodos podem ser resolvidos com a utilização de analgésicos comuns.


08) HÁ PERIGO NESTA OPERAÇÃO?
R: Todo ato médico inclui um risco variável e a Cirurgia Plástica, como parte da Medicina, não é exceção. Pode-se minimizar o risco, preparando-se convenientemente cada paciente, mas não eliminá-lo completamente, entretanto é importante levar em conta que grandes volumes retirados poderão variar o risco. É consenso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que o volume total a ser retirado não ultrapasse de 5 a 7% do peso corporal em cada procedimento.


09) QUE TIPO DE ANESTESIA É UTILIZADO PARA ESTA OPERAÇÃO?
R: Anestesia geral, peri-dural ou local assistida, de acordo com as áreas a serem abordadas.


10) QUANTO TEMPO DURA O ATO CIRÚRGICO?
R: Dependendo da extensão das áreas a serem tratadas, o tempo é variável. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.


11) QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO?
R: O tempo de internação também é variável de acordo com a extensão da área abordada e da anestesia utilizada.


12) SÃO UTILIZADOS CURATIVOS?
R: Sim. Curativos semi-compressivos nas primeiras 12- 24 h. Posteriormente será substituído por cintas especiais, mantidos por um período variável, podendo chegar até meses.


13) QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS?
R: A partir do 6º dia dependendo do local.


14) QUANDO PODEREI TOMAR BANHO COMPLETO?
R: Após 24hs dependendo da extensão da cirurgia.


15) QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRlA?
R: Até que se consiga atingir o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas (inchaço), “manchas” de infiltrado sanguíneo, hipersensibilidade de algumas áreas, insensibilidade de outras, são comuns a todos os pacientes; evidentemente, alguns pacientes apresentarão estes fenômenos com maior ou menor intensidade que outros. O seu organismo se encarregará de dissipar esses pequenos transtornos. Toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião, que lhe prestará os esclarecimentos necessários para sua tranqüilidade. Um curto período de “depressão emocional” poderá ocorrer nos primeiros dias, devido ao aspecto transitório, geralmente advêm da “ansiedade em ser atingir o resultado final o quanto antes”. Tenha paciência. Lembre-se que nenhum resultado poderá ser avaliado com menos de 3 a 6 meses de pós-operatório. Condutas complementares em Academias, com fisioterapeutas, poderão melhorar bastante o resultado final; a modelagem muscular é um fator de grande importância no novo contorno corporal.

01) A CIRURGIA DE REDUÇÃO MAMÁRIA DEIXA CICATRIZES?
R: Esta cirurgia permite-nos colocar a maior parte das cicatrizes escondidas, o que é muito conveniente nos primeiros meses. As cicatrizes passarão por diversas fases até que se atinja a fase final de maturação. Assim é que temos: • PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia e apresenta-se com aspecto pouco visível. Alguns casos apresentam discreta reação aos pontos ou ao curativo. • PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 12º mês. Neste período haverá espessamento natural da cicatriz, bem como mudança na tonalidade de sua cor. Este período é o menos favorável da evolução cicatricial; como não podemos apressar o processo natural da cicatrização, recomendamos às pacientes que aguardem, pois o período tardio se encarregará de diminuir os vestígios cicatriciais. • PERÍODO TARDIO: Vai do 12º ao 18º mês. Neste período, a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia da mama deverá ser feita após este período. Raros casos ultrapassam este período para atingir a maturação definitiva da cicatriz.


02) ONDE SE LOCALIZAM AS CICATRIZES?
R: As cicatrizes ficam situadas em forma de “T” invertido na parte inferior da mama. , partindo da aréola e indo até o sulco mamário.


03) COMO FICARÃO MINHAS NOVAS MAMAS?
R: As mamas podem ter seu volume reduzido através da cirurgia; além disso, sua consistência e forma também são modificadas com a cirurgia. Assim é que, para os casos de redução de volume e levantamento de sua posição, podemos optar por diferentes volumes, dentro das possibilidades que a mama original nos permita planejar, sem comprometê-la futuramente. Aqui, como no caso do aumento do volume, deverão ser avaliadas as proporções entre o volume da nova mama e o tamanho do tórax da paciente a fim de obtermos maior harmonia estética possível. Nessa ocasião procura-se melhorar o aspecto quanto à flacidez e a forma da mama original. As “novas mamas” passam por vários períodos evolutivos, em relação à sua forma: • PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia. Neste período, as mamas geralmente apresentam-se inchadas, o resultado final somente ocorrerá após o período tardio. • PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 6º mês. Neste período, a mama começa a apresentar uma evolução que tende à forma definitiva. Poderá ocorrer neste período, aumento ou diminuição da sensibilidade do mamilo, além de maior ou menor grau de “inchaço ” das mamas • PERÍODO TARDIO: Vai do 6º ao 18º mês. É o período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume, sensibilidade). É neste período que costumamos comparar fotograficamente os casos operados com o aspecto pré-operatório de cada paciente.


04) COMO FICARÃO AS CICATRIZES?
R: As cicatrizes vão se modificando com o decorrer do tempo e cada paciente comporta-se diferentemente do outro em relação à evolução das cicatrizes, podendo em vários casos tornarem-se muito pouco visíveis. Certas pacientes podem apresentar tendência individual à cicatrização inestética, hipertrófica ou ao quelóide. Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos este tipo de cicatrização. A cicatriz hipertrófica ou quelóide, não devem ser confundidas, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização, qualquer dúvida a respeito da evolução da cicatriz, deverá ser esclarecida durante seus retornos pós-operatório, quando se pode avaliar a fase em que se encontra.


05) EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFICAS?
R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Se estiver ocorrendo uma evolução inadequada da cicatriz podemos atuar de diversas maneiras , dependendo da fase em que a cicatriza se encontra, para atingir o melhor resultado possível.


06) QUANDO O RESULTADO SERÁ DEFINITIVO?
R: Apesar do resultado imediato e mediato serem satisfatórios, somente entre o 12º e 18º mês é que as mamas atingirão sua forma definitiva.


07) O RESULTADO PODE SER PREJUDICADO POR UMA NOVA GRAVIDEZ?
R: O seu ginecologista lhe dirá da conveniência ou não de nova gravidez. Geralmente não há problema, porém a sua ação sobre as mamas é imprevisível. Quando se tratar de mamas muito grandes, que foram reduzidas acentuadamente, a lactação poderá ficar prejudicada. Em casos de pequenas e médias reduções a lactação provavelmente será preservada. Algumas pacientes após a gravidez, devido às suas características, poderão apresentar diminuição da sustentação da pele mamária.


08) O PÓS-OPERATÓRIO DA CIRURGIA MAMÁRIA É DOLOROSO?
R: Geralmente não, desde que a paciente obedeça às instruções médicas, principalmente no que tange à movimentação dos braços nos oito primeiros dias, e na vigência da dor esta geralmente regride com analgésicos comuns.


09) QUAL O TIPO DE ANESTESIA UTILIZADA?
R: Anestesia local, geral, peri-dural ou associada, a critério da equipe cirúrgica ( cirurgião e anestesista).


10) QUANTO TEMPO DURA O ATO CIRÚRGICO?
R: Dependendo de cada tipo de mama, de duas a 4 horas, podendo-se estender um pouco mais, em certos casos. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.


11) QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO?
R: Geralmente 24hs.


12) SÃO UTILIZADOS CURATIVOS?
R: Sim. Curativos elásticos e modelantes, especialmente adaptados a cada tipo de mama. São trocados periodicamente.


13) QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS?
R: São retirados a partir da primeira semana.


14) QUANDO TOMAREI BANHO COMPLETO?
R: Geralmente, após dois a três dias. Alguns casos poderão requerer cuidados adicionais sobre a área operada, podendo-se, recomendar evitar o umedecimento por mais tempo.


15) QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA?
R: Até que se atinja o resultado almejado, as mamas passarão por diversas fases, assim é que o resultado final depende da evolução das cicatrizes e das modificações temporais próprias da mama em forma e consistência. Toda e qualquer preocupação da sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião que lhe prestará os esclarecimentos complementares necessários.


16) QUANDO PODEREI RETORNAR AOS MEUS EXERCÍCIOS?
R: Depende do tipo de exercícios e da evolução individual, não existe um período padrão. O certo é que o retorno será gradual e que exercícios com os braços serão os últimos a retornar.

01) QUANTOS ANOS VOU REJUVENESCER?
R: Não é possível, através da cirurgia, transformar uma face de 40 anos em outra de 20. Apesar desta cirurgia visar rejuvenescê-la, é impossível estabelecer o período de rejuvenescimento .


02) COMO FICARÃO AS CICATRIZES?
R: A cirurgia plástica da face consegue posicionar as cicatrizes em localizações que as mantém disfarçadas, como no couro cabeludo e na transição entre a orelha e a face, além disso, a face apresenta uma das melhores cicatrizações dentre todas as regiões do corpo. As cicatrizes serão permanentes, e vão se modificando com o decorrer do tempo. Recursos cosméticos como a maquiagem e penteados adequados disfarçam o inconveniente criado pelas cicatrizes recentes. Cada paciente comporta-se diferentemente de outro, em relação à evolução das cicatrizes, podendo, mesmo, em alguns casos, tornar-se imperceptível. Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar cicatrizes inestéticas, na época adequada. A cicatriz hipertrófica ou quelóide, não devem ser confundidas, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução cicatricial deverá ser esclarecida durante seus retornos pós-operatórios, quando se pode fazer a avaliação da fase em que se encontra.


03) EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFICAS?
R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Se estiver ocorrendo uma evolução inadequada da cicatriz podemos atuar de diversas maneiras , dependendo da fase em que a cicatriza se encontra, para atingir o melhor resultado possível.


04) POR QUANTO TEMPO PERSISTE O RESULTADO?
R: A cirurgia da face, pescoço e pálpebras retardam visualmente o processo de envelhecimento desses territórios. Retardam, mas não interrompem o “processo evolutivo do organismo”. O envelhecimento e a ação da gravidade continuaram agindo, portanto é impossível prever por quanto tempo o resultado persistirá.


05) HÁ RISCO NESTA OPERAÇÃO?
R: Todo ato médico inclui um risco variável e a Cirurgia Plástica como parte da Medicina, não é exceção. Pode-se minimizar o risco preparando-se convenientemente cada paciente, mas não eliminá-lo completamente. 06) AS FOTOGRAFIAS PRÉ E PÓS-OPERATÓRlAS SÃO IMPORTANTES?
R: A melhor maneira de se avaliar o resultado obtido é através da comparação entre as fotografias pré e pós-operatórias, realizadas em padrões fotográficos semelhantes nesses dois períodos. As fotografias dos(as) pacientes fazem parte integrante de seu prontuário médico.


07) QUE TIPO DE ANESTESIA É UTILIZADO PARA A OPERAÇÃO?
R: Poderá ser utilizada a anestesia geral, quanto, anestesia local com sedação, a critério do cirurgião e anestesista.


08) QUANTO TEMPO DEMORA O ATO CIRÚRGICO?
R: Em caso de cirurgia completa, envolvendo face, pálpebras e pescoço, o ato cirúrgico poderá durar 4 horas ou mais, dependendo do caso. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.


09) QUAL O TEMPO DE INTERNAÇÃO?
R: Geralmente em torno de 24 horas, sempre se levando em conta o conforto e segurança do paciente.


10) SÃO UTILIZADOS CURATIVOS?
R: Sim. Geralmente são utilizados curativos. Um primeiro curativo permanece em torno das primeiras 24 horas, podendo-se optar por um novo curativo em toda a área operada ou sobre as cicatrizes residuais, após esse período.


11) OS OLHOS FICAM OCLUÍDOS NO PÓS-OPERATÓRIO?
R: Não obrigatoriamente. Poderá ser recomendada a aplicação de compressas de gaze ou algodão embebidos em solução fisiológica ou em água fria sobre os olhos, que podem ser trocadas periodicamente, várias vezes ao dia.


12) HÁ DOR, NO PÓS-OPERATÓRlO?
R: Ocasionalmente poderá ocorrer dor, que poderá ser controlada com analgésicos comuns.


13) QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS?
R: Os pontos começarão a ser removidos a partir do 3º ou 4º dia. Os remanescentes (face, pescoço, couro cabeludo), entre sete e doze dias.


14) QUANDO PODERÁ SER UTILIZADA MAQUIAGEM?
R: Fica a cargo de cada cirurgião fornecer maiores detalhes a esse respeito, mas se tudo correr bem, em torno da 1ª semana.


15) QUANDO PODERÃO SER LAVADOS E PENTEADOS OS CABELOS?
R: Entre o segundo e o sétimo dia pós-operatório poderão ser lavados e penteados os cabelos (com cautela). Para secá-los, pode-se utilizar secador manual com ar discretamente aquecido. As tinturas geralmente após a 4º semana.


16) O “CORTE DE CABELO” PREPARATÓRlO PARA A CIRURGIA É MUITO EXTENSO?
R: Os cabelos quando cortados abrangem apenas as áreas das incisões, portanto, no pós-operatório imediato, este inconveniente poderá ser disfarçado, com penteado adequado.


17) QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA?
R: Até que se consiga atingir o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas (inchaço), “manchas” de infiltrado sanguíneo, hipersensibilidade de algumas áreas, insensibilidade de outras, são comuns a todos os pacientes, evidentemente, alguns pacientes apresentarão estes fenômenos com maior ou menor intensidade que outros. O seu organismo se encarregará de dissipar esses pequenos transtornos. Toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião, que lhe prestará os esclarecimentos necessários para sua tranqüilidade. Um curto período de “instabilidade emocional” poderá ocorrer nos primeiros dias, devido ao aspecto transitório, geralmente advêm da “ansiedade em ser atingir o resultado final o quanto antes”. Tenha paciência. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia de rejuvenescimento facial poderá ser avaliado de pelo menos 3 a 6 meses de pós-operatório.

1) A CIRURGIA DE AUMENTO DAS MAMAS DEIXA CICATRIZES?
R: Esta cirurgia permite-nos colocar as cicatrizes bastante disfarçadas, o que é muito conveniente nos primeiros meses. Para melhor esclarecê-la sobre a evolução cicatricial, vamos relatar os diversos períodos pelos quais as cicatrizes infalivelmente passarão: • PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30ºdia e apresenta-se com aspecto pouco visível. Alguns casos apresentam uma discreta reação aos pontos ou ao curativo. • PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 12º mês. Neste período há o espessamento natural da cicatriz, bem como se inicia uma mudança de sua cor, passando para mais escuro que vai, aos poucos, clareando. Não podemos apressar o processo natural da cicatrização, e o período tardio geralmente diminui os vestígios cicatriciais. • PERÍODO TARDIO: Vai do 12º ao 18º mês. Neste período, a cicatriz começa a tornar-se mais clara e menos consistente, atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. Qualquer avaliação do resultado definitivo da cirurgia, no tocante à cicatriz, deverá ser feita após este período.


02) COMO FICARÃO AS CICATRIZES?
R: As cicatrizes serão permanentes, e vão se modificando com o decorrer do tempo. Cada paciente comporta-se diferentemente de outro, em relação à evolução das cicatrizes, podendo, mesmo, em alguns casos, tornar-se imperceptível. Certas pacientes podem apresentar tendência à cicatrização inestética (cicatriz hipertrófica e quelóide). Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos este tipo de cicatrização. A cicatriz hipertrófica e o quelóide, não devem ser confundidas, entretanto, com a evolução natural do período mediato da cicatrização. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução cicatricial deverá ser esclarecida durante seus retornos pós-operatórios, quando se pode fazer a avaliação da fase em que se encontra.


03) EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFICAS?
R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Se estiver ocorrendo uma evolução inadequada da cicatriz podemos atuar de diversas maneiras , dependendo da fase em que a cicatriza se encontra, para atingir o melhor resultado possível.


04) COMO FICARÃO MINHAS MAMAS, EM RELAÇÃO AO TAMANHO E CONSISTÊNCIA?
R: As mamas terão seu volume aumentado através da cirurgia, melhorando sua consistência e forma com a intervenção cirúrgica. Assim é que, neste caso, pode-se escolher o novo volume, pois se dispõe de vários tamanhos e tipos de próteses de silicone a serem introduzidas. Deverá existir uma harmonia entre o volume das mamas e o tamanho do tórax, característica esta que deve ser objetivada no planejamento da cirurgia. A mama operada passará por vários períodos evolutivos em função do processo cicatricial. • PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia. Neste Período, apesar das mamas se apresentarem com aspecto melhorado, sua forma e volume ainda estão aquém do resultado planejado. • PERÍODO MEDIATO: Vai do 30º dia até o 3º mês – Neste período, a mama começa a apresentar uma evolução que tende à forma definitiva. Ainda existe, neste período, certo grau de “inchaço” das mamas; além disso, o aspecto cicatricial encontra-se em plena fase de transição. • PERÍODO TARDIO: Vai do 3º até o 18º mês. É o período em que a mama atinge seu aspecto definitivo (cicatriz, forma, consistência, volume, sensibilidade, etc.).


05) NO CASO DE GRAVIDEZ, O RESULTADO PERMANECERÁ OU FICARÁ PREJUDICADO?
R: Não se pode prever a ação da gravidez sobre as mamas. Quanto ao resultado, poderá ser preservado ou poderá ocorrer, após o período de amamentação, ptose leve ou moderada das mamas. O importante é que se houverem modificações e vontade da paciente pode-se recorrer a diferentes tratamentos conforme a indicação.


06) O PÓS-OPERATÓRIO DESTA CIRÚRGICA É DOLOROSO?
R: Eventualmente poderá ocorrer manifestação dolorosa, geralmente associada ao movimento dos braços que costuma regredir com analgésicos comuns.


07) QUAL O TIPO DA ANESTESIA UTILIZADA?
R: Anestesia geral; peri-dural ou local sob sedação. A decisão será tomada em conjunto entre o anestesista o cirurgião e a paciente visando a melhor opção de cada caso.


08) QUANTO TEMPO DURA O ATO CIRÚRGICO?
R: Em média de 1 à 2 horas. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.


09) QUAL O PERÍODO DE INTERNAÇÃO?
R: De 12 a 24 horas.


10) SÃO UTILIZADOS CURATIVOS?
R: Sim. Curativos elásticos e/ou modelantes, especialmente adaptados a cada tipo de mama, que podem ser trocados pelo médico ou pela própria paciente quando necessário.


11) QUANDO SÃO RETIRADOS OS PONTOS?
R: Entre o 6º e o 8º dia pós-operatório.


12) QUANDO PODEREI RETORNAR AOS MEUS EXERCÍCIOS?
R: Depende do tipo de exercícios e da evolução individual, não existe um período padrão. Os exercícios serão retomados gradualmente e os específicos de peitoral e ombros serão os últimos.


13) O QUE VEM A SER O ENDURECIMENTO DAS MAMAS ( RETRAÇÃO DA CÁPSULA)?
R: É uma retração exagerada da cápsula fibrosa (cicatriz interna) que se forma em torno da prótese, que determina diferentes graus de endurecimento à região, quando palpada. Alguns casos podem sofrer retração e se isto ocorrer as próteses poderão ser retiradas e trocadas. Os implantes hoje utilizados são revestidos com poliuretano, com gel de silicone de alta coesão no seu interior, características que permitiram uma grande queda na incidência de contraturas e outras complicações. A retração da cápsula não reflete um problema cirúrgico, mas sim, um comportamento reacional exacerbado do organismo, devido à presença das próteses de silicone.

01) A RINOPLASTIA DEIXA CICATRIZES?
R: Certos narizes permitem que as cicatrizes fiquem escondidas dentro da cavidade nasal. Nestes casos, não haverá cicatriz aparente. Em outros casos, entretanto, existem cicatrizes externas pouco aparentes, como conseqüência de incisões (cortes) na columela ou nas asas nasais feitas para se harmonizar melhor o resultado ou mesmo a fisiologia nasal. Cada paciente comporta-se diferentemente do outro em relação à evolução das cicatrizes e no caso específico do nariz, geralmente tornam-se imperceptíveis. Certos pacientes podem, no entanto, apresentar tendência à cicatrização inestética (hipertrófica ou quelóide). Este fato deverá ser discutido na consulta inicial, bem como suas características familiares. Pessoas de pele clara tendem a desenvolver menos este tipo de cicatrização.


02) EXISTE CORREÇÃO PARA CICATRIZES HIPERTRÓFICAS?
R: Vários recursos clínicos e cirúrgicos nos permitem melhorar tais cicatrizes inestéticas, na época adequada. Não se deve confundir, entretanto, o “período mediato” da cicatrização normal (do 30º dia até o 12º mês) como sendo uma complicação cicatricial. Qualquer dúvida a respeito da sua evolução deverá ser esclarecida com seu médico. Se estiver ocorrendo uma evolução inadequada da cicatriz podemos atuar de diversas maneiras, dependendo da fase em que a cicatriza se encontra, para atingir o melhor resultado possível.


03) PODEREI ESCOLHER, PARA O MEU FUTURO NARIZ, A FORMA QUE EU DESEJAR?
R: Não. Existe um equilíbrio estético entre o nariz e a face, equilíbrio este que o cirurgião deve observar, a fim de preservar a naturalidade e autenticidade dessa face. A qualidade e espessura da pele do nariz também poderá interferir no prognóstico do resultado almejado. Cada caso é estudado, a fim de que se possa dar ao nariz a melhor forma possível, dentro das exigências da face. Se a sua escolha coincidir com aquele tipo de nariz planejado, sem dúvida seu desejo será atendido. Cirurgião e paciente deverão estar de acordo com o resultado possível de se obter. Além disso, o nariz tem inúmeras funções, dentre elas respiração e olfação, que precisam ser respeitadas.


04) O RESULTADO DEFINITIVO EM RELAÇÃO À FORMA E FUNÇÃO É IMEDIATO?
R: Não. Várias fases são características do pós-operatório do nariz. Assim é que, numa 1ª fase (logo após a retirada do curativo imobilizante, em torno o 7º dia), apesar de corrigidos vários defeitos estéticos do nariz original, notamos um edema (inchaço) que vai diminuindo com o passar dos dias e que tende a se normalizar em torno 6 a 12 meses. Existem pacientes que atingem o resultado definitivo mais precocemente, bem como outros que ultrapassam este período. A persistência ou não do edema transitório por um período mais longo que o normal geralmente não interfere no resultado final.


05) COMO FICARÁ MINHA RESPIRAÇÃO APÓS A CIRURGIA?
R: A Rinoplastia visa melhorar as condições estéticas e, quando necessário, corrigir algumas alterações respiratórias do paciente, quando estas condições são precárias no nariz original. Poderá haver pequena dificuldade respiratória, em certos períodos do dia, no pós-operatório mediato. Com o decorrer do tempo tende a normalizar-se. Quando a correção do septo se faz necessária, a rinoplastia poderá ser feita simultaneamente ou numa segunda oportunidade, de acordo com o caso.


06) SOFRO DE CORIZA CONSTANTE. PODERÁ A CIRURGIA ESTÉTICA ALIVIAR-ME DESTE SOFRIMENTO?
R: A ação da cirurgia sobre este sintoma é imprevisível. O importante é que se tente ao máximo a preservação das funções respiratórias na rinoplastia.


07) POR QUANTO TEMPO PERSISTE O RESULTADO OBTIDO?
R: O resultado de uma rinoplastia persiste por longo tempo. Após alguns anos, como em qualquer parte do organismo, poderão ocorrer algumas alterações morfológicas na região nasal, decorrente da idade do paciente.


08) HÁ RISCO NESTA CIRURGIA?
R: Todo ato médico inclui no seu bojo, um risco variável e a Cirurgia Plástica, como parte da Medicina, não é exceção. Pode-se minimizar o risco, preparando-se convenientemente cada paciente, mas não eliminá-lo completamente.


09) QUAL O TIPO DE ANESTESIA QUE SE UTILIZA PARA A OPERAÇÃO?
R: Tanto a anestesia local sob sedação quanto a geral poderão ser utilizadas. Ficará critério da equipe cirúrgica indicar a mais conveniente para cada caso.


10) QUANTO TEMPO DEMORA O ATO CIRÚRGICO?
R: Em torno de duas horas. Em alguns casos este tempo é ultrapassado. Entretanto, o tempo de ato cirúrgico não deve ser confundido com o tempo de permanência do paciente no ambiente de Centro Cirúrgico, pois, esta permanência envolve também o período de preparação anestésica e recuperação pós-operatória.


11) QUAL O TEMPO DE INTERNAÇÃO?
R: Poderá variar de meio período até um dia de internação. Dependendo do tipo de anestesia utilizada e da recuperação do paciente no pós-operatório imediato.


12) SÃO UTILIZADOS CURATIVOS?
R: Quando se realiza o procedimento de Osteotomia (fratura), o nariz é mantido imobilizado com gesso ou outro material, que o recobre totalmente, permanecendo por cerca de sete a oito dias. Nos casos em que a osteotomia não é necessária a imobilização vai variar conforme o caso. O tamponamento nasal, poderá ser deixado por 24 a 72 horas. Quando da associação com septoplastia ou retirada das conchas nasais, o tempo de permanência dos tampões poderá ser ampliado.


13) O NARIZ SANGRA NOS PRIMEIROS DIAS?
R: Existe um pequeno sangramento, que é normal nas primeiras 48 horas. Isto, entretanto, não deverá ser motivo de preocupação, pois um curativo de proteção, sobreposto a abertura do nariz, é conservado propositadamente, a fim de higienizar esse sangramento. Esse curativo adicional poderá ser trocado em casa,tantas vezes quanto necessário.


14) HÁ DOR NO PÓS-OPERATÓRIO?
R: Raramente. A rinoplastia apresenta pós-operatório geralmente confortável. Quando ocorrer uma eventual dor, esta é usualmente combatida com analgésicos, comuns.


15) EM QUE POSIÇÃO DEVEREI DORMIR, NOS PRIMEIROS DIAS?
R: Sempre com a cabeça discretamente elevada do leito (travesseiro). Manter-se com a face voltada para cima, sempre que possível.


16) QUANDO PODEREI TOMAR SOL?
R: Enquanto houver manchas equimoses, é aconselhável que se evite a exposição solar. Após esse período o sol retardará a absorção do edema, por isso é prudente a proteção solar no primeiro mês.


17) QUAL A EVOLUÇÃO PÓS-OPERATÓRIA?
R: Até que se atinja o resultado almejado, diversas fases evolutivas são características deste tipo de cirurgia. Assim é que edemas (inchaço), “manchas” de infiltrado sanguíneo, dificuldade respiratória nos primeiros dias, são comuns e alguns apresentam estes fenômenos com menor intensidade que outros. Toda e qualquer preocupação de sua parte deverá ser transmitida ao seu cirurgião plástico. Lembre-se que nenhum resultado de cirurgia estética do nariz deverá ser avaliado antes do período compreendido entre o 6º e o 12º mês pós-operatório.

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